terça-feira, 21 de junho de 2011

"Epílogo"



Um dia desses ainda coloco uma câmera na minha frente enquanto leio um livro; é incrível como vivemos tantos sentimentos alheios só correndo os olhos pelas palavras! A palavra epílogo vem, então, aliviar a tensão, estabilizar sensações e, às vezes, confortar os leitores compulsórios (como nós que tivemos de ler livros para o vestibular...). Sim, afinal, o que de tão importante pode acontecer daí prá frente?
Mas na montanha-russa da vida real é outra história; clímax é o que não falta, e muitos ainda estão por vir. E, prá quem percebe que a arte imita a vida, não precisa dizer o porquê das aspas.

domingo, 19 de junho de 2011

Dias 5 (17/6/2011)











Todo mundo tem o "dedo verde" para alguma atividade. Por exemplo, eu sei que não tenho dedo verde para pintar! Achei interessante o consolo da profa. Fátima: a gente não sabe olhar as coisas.
A luz é quem nos permite distinguir uma incrível variedade de cores, comparar profundidades e supor a textura dos objetos que nos impressionam a visão. Assim, a verossimilhança da reprodução de uma imagem para a tela dependerá do domínio desses efeitos da luz. Quero compartilhar aqui obras de alguns Tistus da pintura:

 Antonio Petikov
 Caravaggio
 Renoir
 Washington Maguetas
Ira Malik


Enquanto isso, na sala H, nós, meros mortais, tentamos fazer alguma coisa com o material à nossa frente.





Achei legal conhecer os lápis aquareláveis. Funciona assim:
1. Pinta-se a tela como se fosse um lápis tradicional...




2. Molha-se de leve um pincel na água...




3. Atrita-se suavemente o pincel sobre a superfície pintada.




A profa. Fátima, a pedidos, fez uma pintura para nós. O resultado foi bárbaro!






O desenho abaixo, também da profa Fátima, foi feito usando lápis aquarelável.
É muito mais interessante quando a gente vê o processo!




 

Houve ainda apresentações sobre: origami, pintura e musicoterapia.
Ao final, pregamos nossas telas na parede de fundo da sala. Vi muitas revelações!










A arte até então só nos tinha impressionado a visão, quando degustamos os belíssimos e deliciosos cup cakes de uma artista.







Todos apreciamos muito suas obras, Yuka! 

Hehehe




E finalizei o módulo de Arteterapia mais tranquila (xô, estresse!) e criativa, com a expectativa de me utilizar, com mais frequência que antes, dessa simples e bela ferramenta para me divertir nas horas de lazer e me curar nas horas de tristeza. Também me sinto como uma agente multiplicadora dessa gostosa maneira de fazer arte.
Agradeço à profa. Fátima Azevêdo por compartilhar, com paciência e bom humor, seus preciosos conhecimentos, bem como aos colegas de classe, novas e melhoradas pontes entre mundos.


Dia 4 (16/6/2011)

Há informações passadas no colégio diante das quais nos questionamos que serventia terão. "Prá que vou querer saber como se faz um hexágono, meu Deus?", pensava diante do professor de Trigonometria. Mal sabia eu que isso seria importante para este dia.
Tinha ficado responsável por mostrar como fazer mandala e deparei com um vídeo muito instrutivo:


obs: inclusive isso me fez lembrar de quando uma das minhas primeiras "tias" misturou tintas num papel e o dobrou ao meio e depois o abriu: encantou-me aquela beleza simples e inesperada.

Pois é, pareceu fácil, mas minhas primeiras mandalas, no mínimo, deixaram muito a desejar:





Além da apresentação sobre mandala, aprendemos a fazer origami de balão aberto:
















A profa. Fátima também ensinou a fazer mandala de papel com formato de estrela de oito pontas. Mas a minha saiu um pouco diferente...


Oxalá eu tivesse feito o trabalho abaixo, mas foi um colega de sala. Lindíssimo, né?!




Sim, aindo sobrou tempo para fazer mobile de estrela. Como é que o povo inventa essas coisas, hein?






A minha ficou bem simples, mas outras pessoas misturaram cores.
Na foto abaixo, artistas produzindo!




E acabou, assim, mais uma manhã cheia... de levezas.